“E a culpa foi dos índios”

Prova do vestibular. Dia fatal e decisivo para quem quer entrar em uma universidade. Durante todos os anos você ouvia falar sobre isso, mas como algo que estava distante, algo que iria ocorrer a mais ou menos uns oito anos. Mas aí, o tempo foi passando, foi passando, e de repente você se depara com o dia tão esperado.
Dia 28 de dezembro, 7 horas da manhã, você acorda um pouco atrasado porque tentou brigar com o tempo e apostar que você não iria se atrasar se saísse na noite anterior e chegasse em casa, lá pelas... Seis e meia da manhã. Você já vinha estudando a mais de cinco horas. Todos os minutos contados e cronometrados no relógio do seu computador, você olhava às horas sempre, a cada minuto, apenas para ter certeza de que você ainda estava agüentando.
Você sai da cama correndo, veste a roupa que você já havia selecionado, pega sua bolsa que também estava pronta, não bebe nada, nem um leite, afinal, você não pretende demorar muito mesmo. Sua estratégia é não ler nada, marcar o que lhe vier na cabeça, que claro, você acredita que isso seja um sinal divino, alguma entidade lhe disse assim: “marca a letra c que está correta, pode confiar”. Então não haveria problemas, pois, você iria ficar lá apenas meia hora, não é. E quanto à redação? Há, você já tinha pensado sobre isso, não leu nenhum livro mesmo, pois todos eles são iguais, todos iriam falar sobre índios, o Brasil, tecnologia, evolução humana, enfim, iria arrasar na prova, estava certa disso.
O número da sala era 21. Você não sabia se era a sala 21A ou 21B, nem se era atrás da escada ou se ficava em frente a uma lanchonete. Que isso não iria ser uma má idéia, se caso você sentisse fome, que não iria sentir, estava decretado isso, compraria alguma bobagem no bar, alguns chicletes, balas, tudo isso que sempre acalma a ansiedade e nervosismo. Mas isso não iria ser necessário, pois, você nunca fica nervosa. Mas o número da sala lhe deixou impaciente, porque lhe fazia lembrar-se do cara do qual você ficou na noite anterior, ele tinha 21 anos, era lindo por sinal, você ficou babando por ele até a hora de ir embora da festa. Isso não era um bom sinal, você agora se lembrava dele, e esquecia-se do que estava escrito atrás da janela do MSN no qual você falava com sua amiga. Tudo bem vai dar tudo certo. Resolveu ir pela sala 21B, e por sorte estava certa. Aleluia. Agora tudo começava a fazer sentido.
Chegou à sala, havia milhares de pessoas, mais ou menos umas 30. Avistou um lugar vago próximo à janela, era esse mesmo. Jogou sua bolsa lá, sentou-se, abriu a janela e tentou respirar um pouco. Mas você não estava nervosa, estava apenas sentindo um pouco de pressão no estômago, que logo iria passar. Os seguranças entraram na sala, o supervisor da prova também, pegou as folhas e fez um discurso, mini discurso antes de entregá-las: “Aqui estão às provas, irei entregá-las e vocês poderão fazê-las até as cinco horas da tarde. A redação deve ser feita na folha final, nada de corretivo nem lápis. Poderão ir ao banheiro um de cada vez, acompanhados pelo segurança. Fiquem tranqüilos, dará tudo certo e boa prova a todos.” Simplesmente um fiasco.
Você recebeu a prova e começou a ler a primeira questão, era de história, falava sobre índios. Acertou. Você sabia que tudo era relacionado a isso. Resolveu nem ler o restante da questão e marcou letra c. Segunda questão era de literatura, deveria ler um texto antes, você aceitou isso e começou a ler. De repente você começou a ouvir vozes e gritos, pareciam vir da janela, e não era nada relacionado à questão da prova. Era uma música. Não se conteve e resolveu olhar. Era uma multidão de gente, com cartazes e mais cartazes, todos verde gritante e roxo beliscão, deixando todos que o liam, cegos. Sentou-se e continuou a leitura. Ouvia vozes: “Vai que eu to contigo, vai querida, Priscila, Priscila”. “Marcos, força filho, estamos todos com você”. “Débi, meu amor, estou aqui te esperando”. Você desistiu e foi apenas marcando, letra A, letra D, letra... hum... acho que C... essa era... C? Não, não, algo me diz que é A.
Foi marcando, marcando... Mas espere aí, o colega do lado parece inteligente, ele nem lê e apenas responde. Esse é mesmo o cara. Você tentou copiar dele, esforçou-se para ter a oportunidade de tirar duvidas quanto à questão 63. É você já estava na última questão. Que rapidez, hein. Utilizando seu raciocínio lógico, a resposta correta seria B, mas a do colega ao lado deu A, você apenas se confundiu, mas... Levou fé no colega do lado e marcou a letra A.
Próximo passo era... A redação. Seria facinho, facinho. Tiraria de letra isso. Era apenas uma dissertação. O que é um a dissertação em relação a uma crônica... Tudo a mesma coisa. Tudo à base de sua opinião sobre determinado assunto. Que lógico, seriam os índios. Você sabia tudo sobre eles, sabia que eles haviam explorado o Brasil na época em que Cabral habitava a terra. Sabia também que eles escravizaram os europeus e os fizeram trabalhar na áfrica apenas tirando o pau-brasil de lá. Que coisa, não. Pau-brasil na África era óbvio isso.
Iniciou a redação assim: “Eu penso, não, não, acredito... que os índios eram malvados. Claro, somente por isso eles teriam coragem para maltratar Colombo da forma que fizeram. Deveriam ter sido eles os escravos, eles deveriam ter colhido o pau-brasil na África. Eu acho, eu penso, eu acredito que na época deveria existir a forca. Seria o massacre da serra elétrica, sem a serra... seria hilário isso. Tipo assim sabe qualé o filme da sessão da tarde de ontem? As Crônicas de Nárnia. Então, é quase a mesma coisa que a história dos índios. Eles também eram maus, mas sem poderes de bruxos, como no filme. É isso então”.
Você se sentiu satisfeito por aquela redação. Agora sim acreditava que iria entrar pra faculdade mesmo. Iria fazer o curso dos seus sonhos. Aquele mesmo... Aquele sabe... Deixa pra lá, você nem havia pensado nisso mesmo, mas haveria de pensar agora não é, pois estava passada no vestibular.
A fome começou a apertar, dor de estômago, você já estava um pouco tonta. Entregou a prova e saiu, foi até o bar, comeu alguma coisinha, e bebeu cerveja. Satisfeita como você estava saiu da universidade. Pegou um táxi e foi embora, com a certeza de que em breve receberia um telefonema avisando de sua entrada para a universidade.
Dias se passaram e você comprou o jornal porque estava lá o listão dos aprovados no vestibular. Foi direto na letra de seu nome. Procurou. Procurou. Havia nomes como Laís, Larissa, Laisa, Lara, Luisa, Lúcia... E nada... Nada de você. Procurou mais um pouco e... Nada... Nada de você.
Pensando bem você nem queria ter entrado pra universidade, não havia decidido muito bem o curso, estava entre história e geografia. Afirmava ser muito boa em geografia, sabia muito bem procurar cidades nos mapas, era fácil demais, nem era necessário ler a legenda do mapa. E quanto o curso de história? Acreditava ser o melhor pra você. Sabia tudo sobre os índios, e ainda mais sobre os esquimós, que claro, viviam no México ao lado dos hebreus. Mas talvez a culpa de não ter passado no vestibular foi apenas dos índios, na redação, sabe. Você havia se esquecido de mencionar que eles haviam habitado a terra milhares de anos antes de Cristo.

CONVERSATION

12 comentários:

  1. esse blog é muito massa minha filha parabens
    passa la
    http://calangoazedo.blogspot.com/
    vlw!!!!!!!!!!!!

    ResponderExcluir
  2. O dia do Vestibular é um dia terrivel, parece que não vai ter fim...
    É muito complicado mesmo!!!


    http://hdebarbamalfeita.blogspot.com/

    ResponderExcluir
  3. ihh textao
    nem li
    soh o começo
    deu pra ve que vc escreve bm
    segue assim

    abraços

    ResponderExcluir
  4. Gostei bastante do seu blog, nem me fale em vestibular, fico doidinho, tb e stou na tensão de fazer.

    RUBENS CORREIA
    www.blogdorubinho.cjb.net

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  5. Muito bom o texto, digno de algo tao complexo e importante como o vestibular, ficou ainda melhor com o humor q vc colocou. Flws!

    ResponderExcluir
  6. Adorei seu blog,mesmo mesmo.
    Não me vejo em dia de vestibular,talvez porque esteja distante mais ao mesmo tempo perto,sei lá.
    Essa palavra já é esquisita pra quem é pré-vestibulando imagina pra quem é um "VESTIBULANDO".

    Te cuida.

    ResponderExcluir
  7. ahh em saber qe daqe uns meses eo to nesa di vest tb dá um friozin na rabiga!
    KSAOKASOKASOASKAOSK'

    adorei³ moça ,
    vc iscreve mt bein!


    sucesso!


    bom domingo


    beeijos!

    http://anandalvinegra.blogspot.com/

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  8. Meninaaaaaa, adorei o seu blog!!
    Somos quase charás de blog, nome e sobrenome!! Hahahahaha

    Meu blog é JuHits, meu nome é Juliana e meu sobrenome é Sousa!

    Bacana!! =)

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  9. nossa guria, que folego hein!!!!

    é sempre bom ter um bar ao lado de uma universidade, precisamos colocar nossas ideias em ordem...

    um abraço


    www.gonzolaranja.blogspot.com

    ResponderExcluir
  10. Época de Vestibular é triste. Fiz ENEM dia 31 e saí de lá me xingando por ser tão burra e errar algumas questões tão bestas... ¬¬
    Fico pensando como existem pessoas que saem de lá em apenas 2 horas de duração. o.o'
    Ou são muito inteligentes, ou fazem igual a pessoa do seu texto: chuta tudo, e escreve qualquer coisa.
    Enfim... adorei seu blog. Você escreve muito bem. Vou voltar mais vezes.



    Bejoo :*

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  11. Já passei dessa fase de vestibular e faculdade faz muito tempo rsrsrsrrs.

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E-mail para contato: dhfy.blogs@gmail.com

sábado, 13 de setembro de 2008

“E a culpa foi dos índios”

Compartilhar Prova do vestibular. Dia fatal e decisivo para quem quer entrar em uma universidade. Durante todos os anos você ouvia falar sobre isso, mas como algo que estava distante, algo que iria ocorrer a mais ou menos uns oito anos. Mas aí, o tempo foi passando, foi passando, e de repente você se depara com o dia tão esperado.
Dia 28 de dezembro, 7 horas da manhã, você acorda um pouco atrasado porque tentou brigar com o tempo e apostar que você não iria se atrasar se saísse na noite anterior e chegasse em casa, lá pelas... Seis e meia da manhã. Você já vinha estudando a mais de cinco horas. Todos os minutos contados e cronometrados no relógio do seu computador, você olhava às horas sempre, a cada minuto, apenas para ter certeza de que você ainda estava agüentando.
Você sai da cama correndo, veste a roupa que você já havia selecionado, pega sua bolsa que também estava pronta, não bebe nada, nem um leite, afinal, você não pretende demorar muito mesmo. Sua estratégia é não ler nada, marcar o que lhe vier na cabeça, que claro, você acredita que isso seja um sinal divino, alguma entidade lhe disse assim: “marca a letra c que está correta, pode confiar”. Então não haveria problemas, pois, você iria ficar lá apenas meia hora, não é. E quanto à redação? Há, você já tinha pensado sobre isso, não leu nenhum livro mesmo, pois todos eles são iguais, todos iriam falar sobre índios, o Brasil, tecnologia, evolução humana, enfim, iria arrasar na prova, estava certa disso.
O número da sala era 21. Você não sabia se era a sala 21A ou 21B, nem se era atrás da escada ou se ficava em frente a uma lanchonete. Que isso não iria ser uma má idéia, se caso você sentisse fome, que não iria sentir, estava decretado isso, compraria alguma bobagem no bar, alguns chicletes, balas, tudo isso que sempre acalma a ansiedade e nervosismo. Mas isso não iria ser necessário, pois, você nunca fica nervosa. Mas o número da sala lhe deixou impaciente, porque lhe fazia lembrar-se do cara do qual você ficou na noite anterior, ele tinha 21 anos, era lindo por sinal, você ficou babando por ele até a hora de ir embora da festa. Isso não era um bom sinal, você agora se lembrava dele, e esquecia-se do que estava escrito atrás da janela do MSN no qual você falava com sua amiga. Tudo bem vai dar tudo certo. Resolveu ir pela sala 21B, e por sorte estava certa. Aleluia. Agora tudo começava a fazer sentido.
Chegou à sala, havia milhares de pessoas, mais ou menos umas 30. Avistou um lugar vago próximo à janela, era esse mesmo. Jogou sua bolsa lá, sentou-se, abriu a janela e tentou respirar um pouco. Mas você não estava nervosa, estava apenas sentindo um pouco de pressão no estômago, que logo iria passar. Os seguranças entraram na sala, o supervisor da prova também, pegou as folhas e fez um discurso, mini discurso antes de entregá-las: “Aqui estão às provas, irei entregá-las e vocês poderão fazê-las até as cinco horas da tarde. A redação deve ser feita na folha final, nada de corretivo nem lápis. Poderão ir ao banheiro um de cada vez, acompanhados pelo segurança. Fiquem tranqüilos, dará tudo certo e boa prova a todos.” Simplesmente um fiasco.
Você recebeu a prova e começou a ler a primeira questão, era de história, falava sobre índios. Acertou. Você sabia que tudo era relacionado a isso. Resolveu nem ler o restante da questão e marcou letra c. Segunda questão era de literatura, deveria ler um texto antes, você aceitou isso e começou a ler. De repente você começou a ouvir vozes e gritos, pareciam vir da janela, e não era nada relacionado à questão da prova. Era uma música. Não se conteve e resolveu olhar. Era uma multidão de gente, com cartazes e mais cartazes, todos verde gritante e roxo beliscão, deixando todos que o liam, cegos. Sentou-se e continuou a leitura. Ouvia vozes: “Vai que eu to contigo, vai querida, Priscila, Priscila”. “Marcos, força filho, estamos todos com você”. “Débi, meu amor, estou aqui te esperando”. Você desistiu e foi apenas marcando, letra A, letra D, letra... hum... acho que C... essa era... C? Não, não, algo me diz que é A.
Foi marcando, marcando... Mas espere aí, o colega do lado parece inteligente, ele nem lê e apenas responde. Esse é mesmo o cara. Você tentou copiar dele, esforçou-se para ter a oportunidade de tirar duvidas quanto à questão 63. É você já estava na última questão. Que rapidez, hein. Utilizando seu raciocínio lógico, a resposta correta seria B, mas a do colega ao lado deu A, você apenas se confundiu, mas... Levou fé no colega do lado e marcou a letra A.
Próximo passo era... A redação. Seria facinho, facinho. Tiraria de letra isso. Era apenas uma dissertação. O que é um a dissertação em relação a uma crônica... Tudo a mesma coisa. Tudo à base de sua opinião sobre determinado assunto. Que lógico, seriam os índios. Você sabia tudo sobre eles, sabia que eles haviam explorado o Brasil na época em que Cabral habitava a terra. Sabia também que eles escravizaram os europeus e os fizeram trabalhar na áfrica apenas tirando o pau-brasil de lá. Que coisa, não. Pau-brasil na África era óbvio isso.
Iniciou a redação assim: “Eu penso, não, não, acredito... que os índios eram malvados. Claro, somente por isso eles teriam coragem para maltratar Colombo da forma que fizeram. Deveriam ter sido eles os escravos, eles deveriam ter colhido o pau-brasil na África. Eu acho, eu penso, eu acredito que na época deveria existir a forca. Seria o massacre da serra elétrica, sem a serra... seria hilário isso. Tipo assim sabe qualé o filme da sessão da tarde de ontem? As Crônicas de Nárnia. Então, é quase a mesma coisa que a história dos índios. Eles também eram maus, mas sem poderes de bruxos, como no filme. É isso então”.
Você se sentiu satisfeito por aquela redação. Agora sim acreditava que iria entrar pra faculdade mesmo. Iria fazer o curso dos seus sonhos. Aquele mesmo... Aquele sabe... Deixa pra lá, você nem havia pensado nisso mesmo, mas haveria de pensar agora não é, pois estava passada no vestibular.
A fome começou a apertar, dor de estômago, você já estava um pouco tonta. Entregou a prova e saiu, foi até o bar, comeu alguma coisinha, e bebeu cerveja. Satisfeita como você estava saiu da universidade. Pegou um táxi e foi embora, com a certeza de que em breve receberia um telefonema avisando de sua entrada para a universidade.
Dias se passaram e você comprou o jornal porque estava lá o listão dos aprovados no vestibular. Foi direto na letra de seu nome. Procurou. Procurou. Havia nomes como Laís, Larissa, Laisa, Lara, Luisa, Lúcia... E nada... Nada de você. Procurou mais um pouco e... Nada... Nada de você.
Pensando bem você nem queria ter entrado pra universidade, não havia decidido muito bem o curso, estava entre história e geografia. Afirmava ser muito boa em geografia, sabia muito bem procurar cidades nos mapas, era fácil demais, nem era necessário ler a legenda do mapa. E quanto o curso de história? Acreditava ser o melhor pra você. Sabia tudo sobre os índios, e ainda mais sobre os esquimós, que claro, viviam no México ao lado dos hebreus. Mas talvez a culpa de não ter passado no vestibular foi apenas dos índios, na redação, sabe. Você havia se esquecido de mencionar que eles haviam habitado a terra milhares de anos antes de Cristo.

12 comentários:

calango azedo disse...

esse blog é muito massa minha filha parabens
passa la
http://calangoazedo.blogspot.com/
vlw!!!!!!!!!!!!

Homenzinho de Barba Mal feita disse...

O dia do Vestibular é um dia terrivel, parece que não vai ter fim...
É muito complicado mesmo!!!


http://hdebarbamalfeita.blogspot.com/

Guilherme Santos disse...

ihh textao
nem li
soh o começo
deu pra ve que vc escreve bm
segue assim

abraços

Bruno Moraes disse...

Gostei bastante do seu blog, nem me fale em vestibular, fico doidinho, tb e stou na tensão de fazer.

RUBENS CORREIA
www.blogdorubinho.cjb.net

Lucas disse...

Muito bom o texto, digno de algo tao complexo e importante como o vestibular, ficou ainda melhor com o humor q vc colocou. Flws!

Rafaela :D disse...

Adorei seu blog,mesmo mesmo.
Não me vejo em dia de vestibular,talvez porque esteja distante mais ao mesmo tempo perto,sei lá.
Essa palavra já é esquisita pra quem é pré-vestibulando imagina pra quem é um "VESTIBULANDO".

Te cuida.

Ananda disse...

ahh em saber qe daqe uns meses eo to nesa di vest tb dá um friozin na rabiga!
KSAOKASOKASOASKAOSK'

adorei³ moça ,
vc iscreve mt bein!


sucesso!


bom domingo


beeijos!

http://anandalvinegra.blogspot.com/

HoneyBee disse...

Ainda bem que passei dessa fase!

JuHits disse...

Meninaaaaaa, adorei o seu blog!!
Somos quase charás de blog, nome e sobrenome!! Hahahahaha

Meu blog é JuHits, meu nome é Juliana e meu sobrenome é Sousa!

Bacana!! =)

Gonzo Laranja disse...

nossa guria, que folego hein!!!!

é sempre bom ter um bar ao lado de uma universidade, precisamos colocar nossas ideias em ordem...

um abraço


www.gonzolaranja.blogspot.com

Thata disse...

Época de Vestibular é triste. Fiz ENEM dia 31 e saí de lá me xingando por ser tão burra e errar algumas questões tão bestas... ¬¬
Fico pensando como existem pessoas que saem de lá em apenas 2 horas de duração. o.o'
Ou são muito inteligentes, ou fazem igual a pessoa do seu texto: chuta tudo, e escreve qualquer coisa.
Enfim... adorei seu blog. Você escreve muito bem. Vou voltar mais vezes.



Bejoo :*

Antonoly disse...

Já passei dessa fase de vestibular e faculdade faz muito tempo rsrsrsrrs.

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- Comente, mas algo que acrescente uma opinião, sempre com respeito.

- Siga o blog, mas deixe seu endereço para eu seguir de volta.

- Dicas, opiniões, sempre serão bem vindas.

E-mail para contato: dhfy.blogs@gmail.com