Leitura Crônica


Ao virar algumas páginas, você já se depara com um novo mundo. Você passa de um bom leitor a um personagem da história. Nada mais importa a você do que tudo se esclareça, e cada detalhe conta muito para que isso ocorra.

Cada capítulo, uma história;
Cada página, um descobrimento;
Cada frase, um mistério;

Você não se contenta mais em apenas ler e aceitar as coisas como elas são, você critica, fala, idealiza, e no final, chora por ter lido aquela determinada obra.

A escolha por uma nova obra passa de algo comum para algo curioso. São tantos livros, tantos assuntos, tantas cores, capas, línguas e linguagens, e você não sabe o que é melhor, torna-se um vício.

Lugar melhor para abrir um livro e iniciar a leitura? Não importa a você, qualquer lugar serve se você sabe muito bem o que irá fazer, e o mundo ao seu redor pára ao lhe ver compenetrado por isso. Isso passa de vício a um hábito.

Acorda lendo, almoça lendo, descansa lendo, enfim, isso já passa de um hábito para algo merecedor.

As histórias se misturam. Algo como: “A menina que roubava livros” se choca com “Esmeralda”, e no final, acaba por mostrar que não importa o livro, mas os personagens geralmente têm características comuns com os outros, e você acaba por se identificar com eles.

Mudam-se as obras, mudam-se os tempos, mas sempre há um preferido que irá fazer com que você se sinta um pouco digamos que, “balançado” por ele, e acaba por imaginar vocês dois juntos em todos os lugares.

Não somos nerds, mas sim inteligentes;Não somos malucos, mas curiosos;Não somos pessoas “desocupadas”, mas interessados;
Não somos “expert” em literatura, mas um dia chegamos lá;Não somos apenas mais um quando lemos, e sim, alguém.
A leitura não muda uma pessoa, e sim, mostra a ela que o mundo não está focado em apenas quatro paredes. E por fim, a apresenta ao maravilhoso mundo das palavras, que geralmente elas nunca mais irão querer sair.

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

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Ao virar algumas páginas, você já se depara com um novo mundo. Você passa de um bom leitor a um personagem da história. Nada mais importa a você do que tudo se esclareça, e cada detalhe conta muito para que isso ocorra.

Cada capítulo, uma história;
Cada página, um descobrimento;
Cada frase, um mistério;

Você não se contenta mais em apenas ler e aceitar as coisas como elas são, você critica, fala, idealiza, e no final, chora por ter lido aquela determinada obra.

A escolha por uma nova obra passa de algo comum para algo curioso. São tantos livros, tantos assuntos, tantas cores, capas, línguas e linguagens, e você não sabe o que é melhor, torna-se um vício.

Lugar melhor para abrir um livro e iniciar a leitura? Não importa a você, qualquer lugar serve se você sabe muito bem o que irá fazer, e o mundo ao seu redor pára ao lhe ver compenetrado por isso. Isso passa de vício a um hábito.

Acorda lendo, almoça lendo, descansa lendo, enfim, isso já passa de um hábito para algo merecedor.

As histórias se misturam. Algo como: “A menina que roubava livros” se choca com “Esmeralda”, e no final, acaba por mostrar que não importa o livro, mas os personagens geralmente têm características comuns com os outros, e você acaba por se identificar com eles.

Mudam-se as obras, mudam-se os tempos, mas sempre há um preferido que irá fazer com que você se sinta um pouco digamos que, “balançado” por ele, e acaba por imaginar vocês dois juntos em todos os lugares.

Não somos nerds, mas sim inteligentes;Não somos malucos, mas curiosos;Não somos pessoas “desocupadas”, mas interessados;
Não somos “expert” em literatura, mas um dia chegamos lá;Não somos apenas mais um quando lemos, e sim, alguém.
A leitura não muda uma pessoa, e sim, mostra a ela que o mundo não está focado em apenas quatro paredes. E por fim, a apresenta ao maravilhoso mundo das palavras, que geralmente elas nunca mais irão querer sair.

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