E a vida é uma viagem


Tudo girando, sem saber para onde ir e o que fazer. Ela não sabe mais o que fazer, se trabalha, estuda ou não faz nada disso. Sue é minha amiga de anos, terminou os estudos e agora todo seu cronograma diário se baseia em dançar, novela-reprise e MSN.
Quando a Sue resolve fazer algo novo, como trabalhar, cortam logo seu barato e dizem não. Quando a Sue resolve estudar, dizem não. Ela encontrou um cara na rua, gostou dele, quis ficar com ele, mas logo cortaram seu barato novamente, ele tem um filho. Santa boca de mãe. Ela então continuou com a sua vida, apesar de ainda lembrar-se dele com carinho. Ela organizou sua agenda e colocou “pensar no cara” entre seus melhores afazeres diários, tipo novela-reprise e MSN. Ela curtia o cara de verdade, tanto quanto a máquina eletrônica de dança do fliperama da rua de trás.
Como minha mãe sempre falou, cabeça vazia é a festa pro diabo, ela continuava entre novela-reprise e pensar no cara.
O tempo se passou, as confusões resolveram-se, os dilemas se acabaram, os planos foram refeitos e mais nada daquilo pertencia a Sue, como a dancinha diária, novela-reprise e MSN.
Quanto ao que a minha mãe sempre falou, é a mais completa verdade, cabeça vazia é a festa pro diabo. Como eu sei disso? Porque a Sue não passa da minha mais perfeita imaginação, ou seja, essa mesma pode até ser eu. Pense o que quiser disso.

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

E a vida é uma viagem

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Tudo girando, sem saber para onde ir e o que fazer. Ela não sabe mais o que fazer, se trabalha, estuda ou não faz nada disso. Sue é minha amiga de anos, terminou os estudos e agora todo seu cronograma diário se baseia em dançar, novela-reprise e MSN.
Quando a Sue resolve fazer algo novo, como trabalhar, cortam logo seu barato e dizem não. Quando a Sue resolve estudar, dizem não. Ela encontrou um cara na rua, gostou dele, quis ficar com ele, mas logo cortaram seu barato novamente, ele tem um filho. Santa boca de mãe. Ela então continuou com a sua vida, apesar de ainda lembrar-se dele com carinho. Ela organizou sua agenda e colocou “pensar no cara” entre seus melhores afazeres diários, tipo novela-reprise e MSN. Ela curtia o cara de verdade, tanto quanto a máquina eletrônica de dança do fliperama da rua de trás.
Como minha mãe sempre falou, cabeça vazia é a festa pro diabo, ela continuava entre novela-reprise e pensar no cara.
O tempo se passou, as confusões resolveram-se, os dilemas se acabaram, os planos foram refeitos e mais nada daquilo pertencia a Sue, como a dancinha diária, novela-reprise e MSN.
Quanto ao que a minha mãe sempre falou, é a mais completa verdade, cabeça vazia é a festa pro diabo. Como eu sei disso? Porque a Sue não passa da minha mais perfeita imaginação, ou seja, essa mesma pode até ser eu. Pense o que quiser disso.

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