“Se eu fosse você... faria algo mais"

O grande dia do baile de formatura estava chegando e Marina não havia sido convidada por nenhum garoto de sua turma. Ela estava chateada porque o garoto que ela era completamente apaixonada ainda não havia se decidido e não tinha convidado nem ela para o baile nem outra garota. Todos já estavam se preparando para a grande festa, do último ano do colegial, tudo acabando e ela ainda sozinha, assistindo apenas de longe o Will (seu amigo – o garoto que ela era apaixonada) se divertir na última semana de aula.
- Marina, minha amiga, você tem que fazer alguma coisa. Sai dessa de não tomar nenhuma atitude, convida ele e pronto – dizia suas amigas.
Então, ela decidiu que iria fazer algo, não causaria nenhum problema se ela levasse um não na última semana de aula, mas esperava que isso realmente não acontecesse.
Ela chega segunda-feira ao colégio, olha para os lados e nada de encontrar o Will. Vai até a sala de aula, senta em seu lugar, organiza seus materiais para o início da aula e pensa: “De hoje não passa, chega de esperar, ele vai aceitar ir ao baile comigo.” Quando termina seu pensamento, ela olha para a porta que se abre e vê seu amado chegar. Ele a cumprimenta e senta na classe a sua frente, como de costume. Ela não consegue falar nada a aula toda, pois a professora não dá espaço para conversas paralelas, apenas fazer exercícios de revisão para a última prova. No final da aula ela escreve um bilhete e coloca dentro do caderno do Will, não fala nada e vai embora. Ele nem percebe nada, chega em casa, abre o caderno e abre o bilhete “Se eu fosse você... não deixaria de ir ao baile de formatura.” O Will abre aquele sorriso meio torto e se sente feliz mesmo sem nem adivinhar quem escreveu o bilhete, mas já estava gostando dessa brincadeira.
Marina chega ao colégio no outro dia muito satisfeita pela sua iniciativa e continua com seu plano; TERÇA-FEIRA Plano B: mais um bilhete. Ela vai direto para sua classe, senta, vê o Will chegar sorrindo, ela sente seu coração bater mais forte, mas não dá nenhuma pista para ele. Conversa vai, conversa vem, e nada dele convidá-la para o baile. Aula terminando e ela decide mandar o segundo bilhete. Como no dia anterior, deixa o bilhete no caderno dele, sem ninguém perceber. Quando ele chega em casa, logo abre seu caderno, pois imaginava que lá teria um novo bilhete “Se eu fosse você... convidaria logo uma garota de sua turma para ir ao baile.” Will novamente abre aquele sorriso meio torto e diz: “Tem toda razão, senhorita misteriosa.” E guarda o bilhete e já espera pelo próximo passo de sua admiradora secreta.
A garota não se convence de Will não lhe falar nada sobre os bilhetes, já passa a imaginar milhares de situações, entre elas, a de um garoto qualquer recebendo o bilhete enganado. Mas nada de pânico, o plano C vai logo iniciar.
Quarta-feira a garota entra na sala e como de costume, vai para sua classe, senta e espera por Will, mas ele não está na sala, então ela aproveita para deixar mais um bilhete novo no caderno dele. Ele entra na sala e percebe que recebeu mais um bilhete, ele abre e lê: “Se eu fosse você... já teria percebido que alguém lhe ama.” Ele sorri, disfarça e olha para Marina, mas não fala nada. Na quinta-feira ocorre tudo outra vez, mais um bilhete de Marina: “Se eu fosse você... sorriria muito, pois o seu sorriso é o mais bonito de todos.” Ele, como de costume, guarda o bilhete junto dos outros quatro, e não faz nada mais.
Na sexta-feira marina chega à escola muito chateada, pois acredita que o Will não quer mesmo a convidar para o baile, só quer a amizade dela, e talvez nem isso. Ela resolve não fazer mais bilhetes, apenas tenta esquecer essa história. Ela vai para a aula, e Will não aparece naquela manhã. A aula termina e quando ela sai da escola percebe que todos os alunos estão parados e olhando para ela; ela não entende nada mais quando para e olha pra frente e vê que Will simplesmente sorri para ela, e diz: “Se eu fosse você... viria agora na minha direção”; e ela sem entender, apenas faz tudo o que ele diz. Ele continua: “Se eu fosse você... fecharia os olhos”, “Se eu fosse você... me daria um beijo agora”, e “Se eu fosse você... perdoaria esse cara aqui que é tímido e aceitaria vir ao baile comigo, porque sem você, eu nunca iria”. Marina, eu te amo muito. Após ele dizer isso, uns garotos atrás dele levantam uma faixa escrita assim: “Se eu fosse você... aceitaria namorar o Will, porque sem você, ele não é nada.” As pessoas aplaudem e eles se beijam novamente, mas agora como namorados.

CONVERSATION

2 comentários:

  1. que história linda!
    me emocionei, sério!
    está super de parabéns, blog lindo!
    aah, te vi na comunidade do postIt! auehuauaeh

    beijo!

    ResponderExcluir

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quarta-feira, 29 de julho de 2009

“Se eu fosse você... faria algo mais"

Compartilhar O grande dia do baile de formatura estava chegando e Marina não havia sido convidada por nenhum garoto de sua turma. Ela estava chateada porque o garoto que ela era completamente apaixonada ainda não havia se decidido e não tinha convidado nem ela para o baile nem outra garota. Todos já estavam se preparando para a grande festa, do último ano do colegial, tudo acabando e ela ainda sozinha, assistindo apenas de longe o Will (seu amigo – o garoto que ela era apaixonada) se divertir na última semana de aula.
- Marina, minha amiga, você tem que fazer alguma coisa. Sai dessa de não tomar nenhuma atitude, convida ele e pronto – dizia suas amigas.
Então, ela decidiu que iria fazer algo, não causaria nenhum problema se ela levasse um não na última semana de aula, mas esperava que isso realmente não acontecesse.
Ela chega segunda-feira ao colégio, olha para os lados e nada de encontrar o Will. Vai até a sala de aula, senta em seu lugar, organiza seus materiais para o início da aula e pensa: “De hoje não passa, chega de esperar, ele vai aceitar ir ao baile comigo.” Quando termina seu pensamento, ela olha para a porta que se abre e vê seu amado chegar. Ele a cumprimenta e senta na classe a sua frente, como de costume. Ela não consegue falar nada a aula toda, pois a professora não dá espaço para conversas paralelas, apenas fazer exercícios de revisão para a última prova. No final da aula ela escreve um bilhete e coloca dentro do caderno do Will, não fala nada e vai embora. Ele nem percebe nada, chega em casa, abre o caderno e abre o bilhete “Se eu fosse você... não deixaria de ir ao baile de formatura.” O Will abre aquele sorriso meio torto e se sente feliz mesmo sem nem adivinhar quem escreveu o bilhete, mas já estava gostando dessa brincadeira.
Marina chega ao colégio no outro dia muito satisfeita pela sua iniciativa e continua com seu plano; TERÇA-FEIRA Plano B: mais um bilhete. Ela vai direto para sua classe, senta, vê o Will chegar sorrindo, ela sente seu coração bater mais forte, mas não dá nenhuma pista para ele. Conversa vai, conversa vem, e nada dele convidá-la para o baile. Aula terminando e ela decide mandar o segundo bilhete. Como no dia anterior, deixa o bilhete no caderno dele, sem ninguém perceber. Quando ele chega em casa, logo abre seu caderno, pois imaginava que lá teria um novo bilhete “Se eu fosse você... convidaria logo uma garota de sua turma para ir ao baile.” Will novamente abre aquele sorriso meio torto e diz: “Tem toda razão, senhorita misteriosa.” E guarda o bilhete e já espera pelo próximo passo de sua admiradora secreta.
A garota não se convence de Will não lhe falar nada sobre os bilhetes, já passa a imaginar milhares de situações, entre elas, a de um garoto qualquer recebendo o bilhete enganado. Mas nada de pânico, o plano C vai logo iniciar.
Quarta-feira a garota entra na sala e como de costume, vai para sua classe, senta e espera por Will, mas ele não está na sala, então ela aproveita para deixar mais um bilhete novo no caderno dele. Ele entra na sala e percebe que recebeu mais um bilhete, ele abre e lê: “Se eu fosse você... já teria percebido que alguém lhe ama.” Ele sorri, disfarça e olha para Marina, mas não fala nada. Na quinta-feira ocorre tudo outra vez, mais um bilhete de Marina: “Se eu fosse você... sorriria muito, pois o seu sorriso é o mais bonito de todos.” Ele, como de costume, guarda o bilhete junto dos outros quatro, e não faz nada mais.
Na sexta-feira marina chega à escola muito chateada, pois acredita que o Will não quer mesmo a convidar para o baile, só quer a amizade dela, e talvez nem isso. Ela resolve não fazer mais bilhetes, apenas tenta esquecer essa história. Ela vai para a aula, e Will não aparece naquela manhã. A aula termina e quando ela sai da escola percebe que todos os alunos estão parados e olhando para ela; ela não entende nada mais quando para e olha pra frente e vê que Will simplesmente sorri para ela, e diz: “Se eu fosse você... viria agora na minha direção”; e ela sem entender, apenas faz tudo o que ele diz. Ele continua: “Se eu fosse você... fecharia os olhos”, “Se eu fosse você... me daria um beijo agora”, e “Se eu fosse você... perdoaria esse cara aqui que é tímido e aceitaria vir ao baile comigo, porque sem você, eu nunca iria”. Marina, eu te amo muito. Após ele dizer isso, uns garotos atrás dele levantam uma faixa escrita assim: “Se eu fosse você... aceitaria namorar o Will, porque sem você, ele não é nada.” As pessoas aplaudem e eles se beijam novamente, mas agora como namorados.

2 comentários:

Nathalia disse...

que história linda!
me emocionei, sério!
está super de parabéns, blog lindo!
aah, te vi na comunidade do postIt! auehuauaeh

beijo!

Juliete Souza disse...

=D

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